jump to navigation

Fazer Ciência 13, Maio, 2008

Posted by ruca1956 in Ciência.
Tags:
trackback

O Instituto Gulbenkian de Ciência é um caso único de apoio e incentivo à Investigação Científica, na área das Ciências Biomédicas, combinando apoio logístico, financeiro e intelectual. Num campus em Oeiras, mais de uma centena de investigadores, repartidos por 32 grupos de investigação, estudam e trabalham com um horizonte temporal limitado a 5 anos. O IGC funciona como um instituto de acolhimento, fornecendo as instalações, laboratórios, um biotério, instrumentos, material informático, etc.

As equipas de investigação são escolhidas por concurso, devendo o chefe de projecto, ou investigador principal, apresentar um projecto de investigação, e escolher livremente a sua equipa de investigação, no caso de ser seleccionado para se juntar ao IGC. Esta equipa deverá ter até 6 investigadores, sendo a sua remuneração cofinanciada, pelo IGC, cujo orçamento global é financiado em 40% pela Fundação Gulbenkian. O restante é financiado com recurso a bolsas de investigação, nomeadamente da FCT, e com os fundos obtidos nas “competitive calls” de projectos lançadas pela União Europeia.

O IGC acaba por funcionar como uma incubadora de projectos de investigação mais amplos e até de empresas da área das biotecnologias. A Alfama jovem empresa farmacêutica especializada no desenvolvimento de fármacos anti-inflamatórios, e membro fundador do recém criado Health Cluster de Portugal, presidido por Luis Portela, da BIal é um bom exemplo de uma empresa que nasceu a partir do campus de Oeiras, partilhado pelo IGC, pelo Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB) da Universidade Nova de Lisboa, pelo Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) e pela Estação Agronómica Nacional.

Comentários»

No comments yet — be the first.