Roteiro para a Ciência 19, Maio, 2008
Posted by ptcp in Ciência, Inovação.Tags: Ciência, Inovação
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A Presidência da República efectua hoje 4ª Jornada do Roteiro para a Ciência, depois das Biociências e Biotecnologia,Tecnologias Limpas e das Ciências e Tecnologias do Mar, chegou a vez das TICs. A chamada de atenção do Presidente da República para a importância do desenvolvimento do Sistema Nacional de Inovação como principal motor de desenvolvimento do país é bastante útil para alertar o caminho que as PMEs devem seguir mas é bom não esquecer que a Indústria também faz parte deste sistema e da sua interacção com os restantes componentes do sistema devem resultar sinergias essenciais ao desenvolvimento sustentado do país. As PMEs são grandes fontes de inovação mas o risco inerente ao seu investimento não pode continuar a ser sustentado por quem menos tem para investir, esperemos que este Roteiro para a Ciência tenha começado na passada sexta feira quando o Presidente da República recebeu os presidentes da Confederação Industrial Portuguesa (CIP) e Associação Industrial Portuguesa (AIP).
Presidente retoma hoje Roteiro para a Ciência in Público, 19.05.2008
A criação do Health Cluster de Portugal 18, Maio, 2008
Posted by ruca1956 in Ciência, Tecnologia.Tags: Ciência, Saúde, Tecnologia
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O mês de Abril viu nascer o primeiro pólo de competitividade e tecnologia em Portugal, mais exactamente no sector da saúde, o Health Cluster de Portugal (HCP), presidido por Luis Portela, da Bial. Ver aqui a notícia e a entrevista a Luis Portela, publicados no jornal Público de 4 de Abril de 2008.
Fazer Ciência 13, Maio, 2008
Posted by ruca1956 in Ciência.Tags: Ciência
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O Instituto Gulbenkian de Ciência é um caso único de apoio e incentivo à Investigação Científica, na área das Ciências Biomédicas, combinando apoio logístico, financeiro e intelectual. Num campus em Oeiras, mais de uma centena de investigadores, repartidos por 32 grupos de investigação, estudam e trabalham com um horizonte temporal limitado a 5 anos. O IGC funciona como um instituto de acolhimento, fornecendo as instalações, laboratórios, um biotério, instrumentos, material informático, etc.
As equipas de investigação são escolhidas por concurso, devendo o chefe de projecto, ou investigador principal, apresentar um projecto de investigação, e escolher livremente a sua equipa de investigação, no caso de ser seleccionado para se juntar ao IGC. Esta equipa deverá ter até 6 investigadores, sendo a sua remuneração cofinanciada, pelo IGC, cujo orçamento global é financiado em 40% pela Fundação Gulbenkian. O restante é financiado com recurso a bolsas de investigação, nomeadamente da FCT, e com os fundos obtidos nas “competitive calls” de projectos lançadas pela União Europeia.
O IGC acaba por funcionar como uma incubadora de projectos de investigação mais amplos e até de empresas da área das biotecnologias. A Alfama jovem empresa farmacêutica especializada no desenvolvimento de fármacos anti-inflamatórios, e membro fundador do recém criado Health Cluster de Portugal, presidido por Luis Portela, da BIal é um bom exemplo de uma empresa que nasceu a partir do campus de Oeiras, partilhado pelo IGC, pelo Instituto de Tecnologia Química e Biológica (ITQB) da Universidade Nova de Lisboa, pelo Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (IBET) e pela Estação Agronómica Nacional.